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Os Maias

Os Maias

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Chapter 1 No.1

Word Count: 8983    |    Released on: 06/12/2017

ete ou simplesmente o Ramalhete. Apesar d'este fresco nome de vivenda campestre, o Ramalhete, sombrio casar?o de paredes severas, com um renque de estreitas varandas de ferro no primeir

e certo d'um revestimento quadrado de azulejos fazendo painel no logar heraldico do Escudo d'Armas, que nunca chegara a se

s cobertas de frescos onde já desmaiavam as rosas das grinaldas e as faces dos Cupidinhos. Mas Monsenhor, com os seus habitos de rico prelado romano, necessitava na sua vivenda os arvoredos e as agoas d'um jardim de luxo: e o Ramalhete possuia apenas, ao fundo d'um terra?o de tijolo, um pobre quintal inculto, abandonado ás hervas bravas, com um cypreste, um cedro, uma cascatasinha secca, um tanque entulhado, e uma estat

familia em Bemfica, morada quasi historica, que, depois de andar annos em pra?a, f?ra ent?o comprada por um commendador brazileiro. N'essa occasi?o vendera-se outra propriedade dos Maias, a Tojeira; e algumas raras pe

disse Villa?a sorrindo, e a ma

seu neto Carlos que estudava medicina em Coimbra. Quando Affonso se retirara definitivamente para Santa Olavia, o rendimento da casa excedia já cincoenta mil cruzados: mas desde ent?o tinham-se accumulado as economias de vinte annos de

a Olavia, seu neto, rapaz de gosto e de luxo que passava as ferias em Paris e Londres, n?o quereria, depois de formado, ir sepultar-se nos penhascos do Douro. E com effeito, mezes antes de elle deixar Coimbra, Affonso assombrou Villa?a annunciando-lhe que decidira vir habitar o Ramalhete! O procurador compoz logo um relatorio a enumerar os inconvenientes do casar?o: o maior era necessitar tant

habitar sob tectos tradiccionalmente seus; se eram necessarias obras, que se fizessem e largamen

queada por duas figuras symbolisando as conquistas da Guiné e da India. E estava ideando tambem uma cascata de lou?a na sala de jantar-quando, inesperadamente, Carlos appareceu em Lisboa com um architecto-decorador de Londres, e,

itico que isto era um paiz perdido. E Affonso lamentou tambem que se tivesse despedido o Esteves, exigiu mesm

ete só restava a fachada tristonha, que Affonso n?o quizera alterada por constituir a phisionomia da casa. E Villa?a n?o duvidou declarar que Jone

as, largos pratos mouriscos com reflexos metalicos de cobre, uma harmonia de tons severos, onde destacava, na brancura immaculada do marmore, uma figura de rapariga friorenta, arripiando-se, rindo, ao metter o pésinho n'agoa. D'ahi partia um amplo corredor, ornado com as pe?as ricas de Bemfica, arcas gothicas, jarr?es da India, e antigos quadros devotos. As melhores salas do Ramalhete abriam para essa galeria. No sal?o nobre, raramente usado, todo em brocados de velludo

am cegonhas prateadas. E, ao lado, achava-se o fumoir, a sala mais commoda do Ramalhete: as ottomanas tinham a f?fa vastid?o de leitos;

udo tinha ali uma fei??o austera de paz estudiosa-real?ada ainda por um quadro attribuido a Rubens, antiga reliquia da casa, um Christo na Cruz, destacando a sua nudez de athleta sobre um ceu de poente revolto e rubro. Ao la

a casa, com uma entrada particular, e janellas sobre o jardim: eram tres gabinetes a seguir, sem portas, unidos pelo mesmo tapete: e, os

gora, com idéas sérias de carreira activa, devia necessariamente habitar Lisboa... De resto, n?o desgostava do Ramalhete, apezar de Carlos, com o seu fervor pelo luxo dos climas frios, ter prodigalisado de mais as tape?arias, os pesados reposteiros, e os velludos. Agradava-lhe tambem muito a visinhan?a, aquella d?ce quieta??o de suburbio adormecido ao sol. E gostava até do seu quintalejo. N?o era de certo o jardim de Santa Olavia: mas tinha o ar sympathico, com os seus girasoes perfilados ao pé

rancas, suspensa do céu azul em face do terra?o, mostrando, nas variedades infinitas de c?r e luz, os episodios fugitivos d'uma pacata vida de rio: ás vezes uma véla de barco da Trafaria fugindo airosamente á bolina; outras vezes uma galera toda em panno, entrando n'um favor da aragem, vagarosa, no vermelho da tarde; ou ent?o a melancolia d'um grande paquete, descendo, fechado e preparado para a vaga, entrevisto um momento, desapparecendo logo, como já devorado pelo mar incerto; ou ainda durante di

o lhe preparara ternamente, ao lado do fog?o. A sua longa residencia em Inglaterra dera-lhe o amor dos suaves vagares junto do lume. Em Santa Olavia as chaminés ficavam accezas até Abril; dep

e costumava dizer que nada havia melhor para o homem-que sabor d'agoa, som d'agoa, e vista d'agoa. O que o prendera mais a Santa Olavia f?ra a sua grande riqueza d'agoas vivas, nascentes, repuxos, tranquillo espelhar d'agoas paradas, fresco murmurio de agoas regantes... E a esta viva tonifica??o

o cabello branco todo cortado á escovinha, e a barba de neve aguda e longa-lembrava, como dizia Carlos, um var?o esfor?ado das edades heroicas

unca, como agora na velhice, as generosidades do seu cora??o tinham sido t?o profundas e largas. Parte do seu rendimento ia-se-lhe por entre os dedos, esparsamente, n'uma caridade enternecida. Cada vez amava mais o que é pob

te pesado e enorme angorá, branco com malhas louras, era agora (desde a morte de Tobias, o soberbo c?o de S. Bernardo) o fiel companheiro de Affonso. Tinha nascido em Santa Olavia, e recebera ent?o o nome de Bonifacio: depois, ao

seau, Volney, Helvetius, e a Encyclopedia; em atirar foguetes de lagrimas á Constitui??o; e ir, de chapeu á liberal e alta gravata azul, recitando pelas lojas ma?onicas Odes abominaveis ao Supremo Architecto do Universo. Isto, porém, bastára para indignar o pae. Caetano da Maia era um portuguez antigo e fiel que se benzia ao nome de Robespierre, e que, na sua apathia de fidalgo beato e

festa civica e de luminarias, tinha apedrejado as vidra?as apagadas do sr. Legado d'áustria, enviado da Santa Allian?a-considerou o rapaz um Marat e toda a sua colera rompeu. A gota cruel, cravando-o na poltrona, n?o lhe d

um bébé. Caetano da Maia limitou-se a desterrar o filho para a quinta de Santa Olavia; mas n?o cessou de chorar no seio dos padres, que vinham a Bemfica, a desgra?a da sua casa. E esses santos lá o consolavam, affirmando-lhe que De

as primas Cunhas. Vinha pedir ao pae a ben??o, e alguns mil cruzados, para ir a Inglaterra, esse paiz de vivos prados e de cabellos d'ouro de que lhe fallara tanto a tia Fanny. O pae beijou-o, todo em lagrimas

os padres da Congrega??o, as horas ardentes passadas no café dos Romulares a recitar Mirabeau, e a Republica que quizera fundar, classica e voltarianna, com um triumvirato de Scipi?es e festas ao Ente Supremo. Durante os dias da Abrilada estava elle nas

, mimosa e um pouco adoentada. Ao fim do luto casou com ella. Teve um filho, desejou outros; e come?ou logo, com bellas idéas de patriarcha mo?o,

rbaresca; essa rude conjura??o apostolica de frades e bolieiros, atroando tavernas e capellas; essa plebe beata, suja e feroz, r

s-Scevolas. Já admittia mesmo o esfor?o d'uma nobreza para manter o seu privilegio historico; mas ent?o queria uma nobreza intelligente e digna, como a Aristocracia tory (que o seu amor pela Inglaterra lhe fazia idealisar), dando e

uando se reuniram as c?rtes geraes, a policia inva

cando os colx?es do seu leito. O sr. juiz de fóra n?o descobriu nada: acceitou mesmo na copa um calice de vinho, e confessou ao mordomo ?que os tempos iam bem duros...? Desde essa manh? as janellas do

arredores de Londres, junto a Richmond, ao fundo d'um

D. Carlota Joaquina, hoje conselheiro rispido do sr. D. Miguel, n?o

ores vivendo no luxo de Londres á forra, e a plebe, o exercito, depois dos padecimentos da Galliza, succumbindo agora á fome, á vermina, á febre nos barrac?es de Plymouth. Teve logo conflictos com os chefes liberaes; foi accusado de vintista e demagogo; descreu por fim do liberalis

, os seus caracóes brancos, os seus modos de discreta Minerva. Alli estava elle pois no seu sonho, n'uma digna residencia ingleza, entre arvores seculares, v

a a um fidalgo em Inglaterra, pela cultura, pela cria dos cavallos, pela pratica da ca

Pensativa e triste, tossia sempre pelas salas. á no

bafada em pelles, olhando com pavor os ceus fuscos ou a neve nas arvores, o seu cora??o n?o estivera nunca alli, mas longe, em Lisboa, nos adros, nos bairros batidos do sol. A sua devo??o (a devo??o dos Runas!) sempre grande, exaltara-se, exacerbara-se áquella hostilidade ambi

egio catholico. N?o queria: aquelle catholicismo sem romarias, sem fogueiras pelo S. Jo?o, sem imagens do Senhor dos Passos, sem frades nas ruas-n?o lhe p

-se de tristeza, quando ao voltar d'alguma ca?ada ou das ruas de Londres, d'entre o forte rumor da vid

o os inimig

is dormente, lá

do, Diabo

everendo Vasques, obeso e sordido, arrotando do fundo

cartilha. Mas a mam? accudia de dentro, em terror, a abafal-o n'uma grande manta: depois lá fóra o menino, acostumado ao collo das creadas e aos recantos estofados, tinha medo do vento e das arvores: e pouco

accessos de febre. E Affonso n?o se atrevia já a contrariar a pobre doente, t?o virtuosa, e que o amava tanto! Ia ent?o lamentar-se para o pé da tia Fanny: a sa

! Por que n?o voltariam a Bemfica, ao seu lar, agora que o sr. Infante estava tambem desterrado e que havia uma grande paz? Mas a isso Affonso n?o cedeu:

a pneumonia, nos frios de mar?o; e isto ennegreceu mais a melancolia d

faltava o sol: tinha-o ponctual e generoso todas as manh?s, banhando largamente os terra?os, dourando

Lisboa, as suas novenas, os santos devotos do seu bairro, as prociss?es pa

calmal-a, vol

padre Vasques, apoderando-se d'aquella alma aterrada para quem Deus era um amo feroz, tornára-se o grande homem da casa. De resto Affonso encontrava a cada momento pelos corredores outras figuras canonicas, de capote e

administrador appareciam sobrecarregadas com as mesadas piedosas que dava a senhora:

gia, ia para o fundo da quinta, sob as Esta carolice que o cercava ia lan?ando Affonso n'um atheismo rancoroso: quereria as egrejas fechadas como os mosteiros, as imagens escavacadas a machado, uma matan?a de reverendos... Q

senvolvera-se lentamente, sem curiosidades, indifferente a brinquedos, a animaes, a flores, a livros. Nenhum desejo forte parecera jámais vibrar n'aquella alma meia adormecida e passiva: só ás vezes dizia que gostaria muito de voltar para a Italia. Tomára birra ao Padre Vasques, mas n?o ousav

ante essas m?os supplicantes, essas lagrimas que cahiam quatro a quatro pela pobre face de cera. O menino continuou em Bemfica dando os seus lentos passeios a cavallo, de creado de farda at

z qualidades: era muito esperto, s?o, e, como todos os Maias, valente: n?o havia muito que elle

o sobre as lageas do pateo: e levado o caix?o, sahidos os padres, cahio n'uma angustia soturna, obtusa, sem lagrimas, de que n?o queria emergir, estirado de bru?os sobre a cama n'uma obstina??o de penitente. Muitos mezes ai

ce banal, em que Pedro, levado por um romantismo torpe, procurava affogar em lupanares e botequins as saudades da mam?. Mas essa exhu

ervosa; voltavam esses dias taciturnos, longos como desertos, passados em casa a bocejar pelas salas, ou sob alguma arvore da quinta todo estirado de bru?os, como despenhado n'um fundo

e Lisboa, de madrugada, exhausto e bebedo,-do que vel-o, de ripan?o

om um av? de sua mulher, um Runa, de quem existia um retrato em Bemfica: este homem extraordinario, com

a troca de olhares fatal e deslumbradora, uma d'essas paix?es que assaltam uma existencia, a assolam co

M.me Levaillant, uma caleche azul onde vinha um velho de chapéo

igo embarcadi?o e o ar g?che, desceu todo encostado ao trintanario como se um rheumatismo o tolhesse, ent

olhos maravilhosos illuminavam-n'a toda; a friagem fazia-lhe mais pallida a carna??o de marmore: e com o seu perfil grave de estatua,

a hombreira, n'uma pose de tedio-vendo o violento interesse de Pedro, o olhar acceso e perturbado com que segu

, as datas e os feitos principaes? E pagas ao teu amigo A

magros pelos anneis da cabelleira e pelas pontas do big

urada tarde

ado, martellando o marmore

u, imitando o a

ciar a avidez

ndo que era o poeta das Vozes d'Aurora, explicaria aquella

meu Pedr

ella atravessava o sal?o os hombros vergavam-se no deslumbramento de auréola que vinha d'aquella magnifica creatura, arrastando com um passo de Deusa a sua cauda de c?rte, sempre decotada como em noites de gala, e apesar de solteira resplandecente de joias. O papá nunca lhe dava o bra?o: seguia atraz, entalado n'uma grande gravata branca de mordomo, parecendo mais tisnado e mais embarcadi?o na claridade loira que sahia da filha, e

ouro novo entre velhos patac

era o dito n'um folhetim do Portugu

ue o senhor se chamava Manoel. Emfim uma creada, amaciada com seis pintos, soltou mais: o homem era taciturno, tremia deante da filha, e dormia n'uma rêde; a senhora, essa, vivia n'um ninho de s

res, estando na Havana a estudar a cultura do tabaco que os Taveiras queriam implantar nas Ilhas encontrára lá o Monforte (que verdadeiramente se chamava Forte) rondando pelo caes, de chinellas de esparto, á procura de embarque para a Nova-Orleans. Aqui havi

rico, homem de bem, proprietario, ia ouvir a Corelli a S. Carlos. Todavia esta terr

u Pedro, que o escut

loira e bella? Quem f?ra a mam?? Onde estava? Quem a ensinara a

meu Ped

ue jámais p

assar e só

ira! Quando ella apparecia agora no theatro, D. Maria da Gama affectava esconder a face detraz do leque, porque lhe parecia ver na rapariga (sobretudo quando ella usava os seus bellos rubis) o sangue das facadas que dera o papázinho! E tinham-n'a calumniado abominavelmente. Assim, depois de passarem em Lisboa o pri

conhece-os? e

dro, o Mello

, o palacete dos Vargas apagado e mudo. Depois, d'ahi a duas semanas o Alencar, entrando em S. Carlos ao fim do primeiro acto do Barbeiro, ficou assombrado ao ve

com duas rosas amarellas e uma espiga nas tran?as, opalas sobre o collo e nos bra?os; e estes tons de ceara madura batida do sol, fundindo-se com o ouro dos cabellos, illuminando-lhe a carna??o eburnea, banhan

conservou algum tempo a sua attitude de Deusa insensivel; mas, depois, no duetto de Rosina e Lindor, duas vezes os seus olhos a

ra. Elle tambem namorou-a publicamente, á antiga, plantado a uma esquina, defronte do p

uem lá ignorava o destino d'aquellas paginas de linhas encruzadas que se accumulavam deante d'elle sobre o taboleiro da

o? Está a escr

estendia-lhe a m?o, exclamava radian

ado, rapaz, estou

os suspeitava: via todos os dias um criado da quinta partir com um grande ramo das melhores camelias do jardim; todas as manh?s cedo encontrava no corredor o escudeiro, dirigindo-se ao quarto do menino, a cheirar regaladamente o perfum

amigos lhe revelaram, aquella facada nos A?ores, o chicote de feitor na Virginia, o

aria Monforte e Pedro passeando a cavallo, ?ambos muito bem e muito d

assim, a vida é assim, e seria absurdo querer reprimir taes cousa

das cartas, e ageitando os ocul

é solteira, meu senhor,

ome?aram a tremer-lhe; e voltando-se para o admi

pp?e que meu filho queira

u. E foi o Seque

está clar

nuou algum tem

, gritando para dentro se estava sellado o cavallo; depois, mesmo de pé, bebia um gole de chá, perguntava a correr ?se o papá queria alguma cousa?, dava um geito ao bigode deante do grande espelho de Veneza sobre o fo

tu?-perg

spondia n'um to

ustia covarde alguma carta que n?o viera, ou talvez u

alli, inverno e ver?o, entre os seus livros e as suas rosas. Era o excellente Sequeira que perguntava porque n?o faria Pedro uma viagem longa, para se instruir, á Allemanha, ao Oriente? Ou o velho Luiz Runa, o primo d'Affonso, que

u em Bemfica, muito preoccupado: na vespera Pedro visitara-o no cartorio, pedira-lhe informa??es sobre as suas propriedades,

isto, meu senhor,

inheiro, quererá dar presentes á crea

seja isso, meu se

Maia no orgulho patricio, nos brios de ra?a

bria os joelhos de Pedro sentado ao seu lado: as fitas do seu chapéo, apertadas n'um grande la?o que lhe enchia o peito, eram tambem c?r de rosa: e a sua face, grave e pura como um marmore grego, apparecia realmente adoravel, illuminada pelos olhos d'um azul sombrio, entre aquelles tons rosados. No assento defronte, quasi todo tomado por cart?es de modista, en

ba! é

ora se inclinava sobre Pedro, quasi o escondia, parecia envolvel-o todo-como

ivraria onde o pae estava lendo junto ao fog?o; recebeu-lhe a ben??o, passou

e decidido-venho pedir-lhe licen?a para casar

berto sobre os joelhos,

que é a filha d'um assassino, d'um negr

pae

rigido e inexoravel como a enca

me mais? Fazes-me

que tinha na m?o, exclamou to

certo, meu pae,

tou pelo escudeiro, muito alto para que o pae ouvisse, e

, contando que o menino casára n'essa madrugada-e segundo lhe dissera

vaso do Jap?o, á chamma forte da lenha: e junto ao talher de Pedro estava o numero da Grinalda, jornal de versos que e

o?ou, V

brado d'aquella ser

cei, meu

do para o talher de Pe

ra. D'aqui por diante ha só um talher

ara em Bemfica. Os passos do escudeiro n?o faziam ruido no tapete fofo; o lume estalava alegremente, pondo retoques d'ouro nas pratas polidas; o sol discreto que brilh

e, e no seu abandono sentisse alli uma amizade segura. Seguiram o corredor, callados. Na livraria Affonso foi occupar a sua poltrona ao pé da janella, come?ou a encher de vagar o seu cachimbo. Villa?a, de cabe?a baixa, passea

Saldanha lá foi d

ndeu, vaga e

meu senhor,

lou mais de

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